A dança dos dizeres, que drena os desejos derradeiros, disformes e desesperançosos,da donzela desolada, se desvanece com os dias, com as desgraças derramadas, as divagações dúbias, os demônios de dentro. Disposta a destruir as delícias discretas do descanso com o disfarce da doçura. O desperdício de devoção e o desgaste.Derrota.
Depois da dor, o despertar e o desafio do desapego.
Demarcados sejam nossos destinos pelas deliberações divinas.
quinta-feira, 20 de setembro de 2007
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Um comentário:
demais!!
hehe
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